28 Junho 2017
Quarta, 28 Junho 2017 02:40

Por Paiva Netto*

 A Caridade a qual sugerimos vai além do que inspirou a economia solidária estudada pelo ilustre sociólogo Émile Durkheim (1858-1917). A Economia da Solidariedade Espiritual e Humana, que preconizamos há décadas, é holística, porquanto nos convida a vislumbrar a nossa verdadeira origem, que é espiritual. Somente assim haverá a humanização e a espiritualização do Estado e da própria criatura humana, ou seja, sob o banho lustral da Caridade Ecumênica, que não faz distinção de pessoas, pois considera que — acima de cor, crença, descrença, visão política, sexo, idade — estamos diante de seres terrenos, que suplicam por socorro e compreensão (...).

 

Bem a propósito declarou o heroico estadista sul-africano Nelson Mandela (1918-2013): “A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.

 

* José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Terça, 27 Junho 2017 02:31

Paiva Netto

 

Andamos alegremente esquecidos de que somos criaturas dependentes da Mãe Natureza; portanto, devemos cuidar muito bem dela. Quanto às Profecias Bíblicas, a exemplo do Sermão Profético de Jesus (Evangelho, segundo Mateus, capítulo 24) e do Apocalipse, não são para apavorar. Pelo contrário, servem de aviso milenário. Assustador é o que faz o ser humano. As predições são alertamentos de Deus a respeito deste fato: se prosseguirmos como vamos indo, usando mal o nosso livre-arbítrio, as consequências serão tais, tais e tais. As admoestações dos Profetas, pois, não são para atemorizar ou mesmo “visões” de quaisquer doidivanas. Na verdade, debiloide é a ação de gente considerada prática, e que de prática não tem nada, mas, sim, de gananciosa e suicida, porquanto não temos outra morada a não ser este sofrido planeta, cuja paciência vai-se flagrantemente esgotando. Razão por que Jesus, o Profeta Divino, no Seu Evangelho, consoante Mateus, 24:21, diz, ao se referir à Grande Tribulação, que esta será como nunca vista, desde a fundação do mundo, nem jamais se repetirá. Tal fato de tamanha envergadura não se deu na Terra ainda. Pelo menos no período em que nós, seres humanos, passamos a habitar sobre a sua face. E aqui a transcrição do versículo 22: “Se Deus não abreviasse aqueles dias, nem os escolhidos seriam salvos”.

 

“Último Armagedom”

Afirmo sempre: sem o Novo Mandamento de Jesus, que Alziro Zarur (1914-1979) apresentava como Chave da Vida e Chave da Morte, até as Divinas Leis, no coração dos que não sabem amar por não conhecerem e não cumprirem o Mandamento do Senhor da Terra, podem ser usadas como ferramentas de tirania. Porquanto, infelizmente muita vez o ser humano rebaixa as grandes ideias às suas restritíssimas capacidades de entendimento diante do infinito dos Universos. Perde o seu tempo, atrasa a sua evolução espiritual, porque a Lei de Deus não vai se perturbar por causa da ação mesquinha do homem.

Finalizo com estas confortadoras palavras deixadas por Alziro Zarur: “O último Armagedom passará, como passarão todas as guerras, todos os sectarismos, os ódios, as doenças, as baixezas e todos os horrores da vida e da morte. E vocês verão um novo Céu e uma nova Terra. Formarão — diante de Deus — um só Rebanho para um só Pastor, serão as ovelhas escolhidas pela Boa Vontade, assinaladas pelo Novo Mandamento do Cristo, o Amor eterno, sem divisionismo e sem farisaísmo, o Amor sem fim, que vem de Deus para os filhos que O amam, amando a terra e amando o céu”.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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Segunda, 26 Junho 2017 02:23

Paiva Netto

 

Minhas Irmãs e meus Amigos, minhas Amigas e meus Irmãos da Terra e do Mundo Espiritual — porque os mortos não morrem!— que me honram com a sua leitura: o Evangelho e o Apocalipse de Jesus são riqueza pura. Nessa análise fraterna sobre a Suprema Autoridade do Senhor DO Tudo, vamos à narrativa do Evangelista-Profeta, João, 10:1 a 21.

Disse o Cristo, no Evangelho:

 

Jesus, o Bom Pastor

 

“1 Em verdade, em verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no abrigo das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.

“2 Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas.

“3 A este o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz, e ele as chama pelo nome, e as conduz para fora.

“4 E, quando as traz para fora, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz”.

 

Notem que há um grande significado em Jesus levar para fora as ovelhas do curral. Esse ato libertador por si só representa bastante coisa. Voltemos ao texto de João.

 

“5 Mas, de modo algum, seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não reconhecem a voz dos estranhos.

“6 Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que era que lhes dizia.

“7 Tornou, pois, Jesus a ensinar-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que Eu sou a porta das ovelhas.

“8 Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores, mas as ovelhas não os ouviram.

“9 Eu sou a porta; se alguém entrar por meu intermédio, será salvo, e ingressará, e sairá, e encontrará pastagens.

“10 O ladrão não vem senão para roubar, e matar, e destruir; Eu vim para que as ovelhas tenham vida e a tenham sobejamente.

“11 Eu sou o Bom Pastor. O Bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

“12 Mas o mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e as abandona, e foge; e o lobo, então, as arrebata e dispersa.

“13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário e não tem preocupação com as ovelhas.

“14 Eu sou o Bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e por elas sou conhecido.

“15 Assim como o Pai me conhece a mim, também Eu conheço o Pai e dou a minha própria vida pelas ovelhas.

“16 Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco [rebanho]; a mim me convém conduzi-las, e elas ouvirão a minha voz; então, haverá um só rebanho para um só Pastor.

“17 Por isso, o Pai me ama, porque Eu dou a minha vida pelas minhas ovelhas e posso tornar a tomá-la.

“18 Ninguém me tira a minha vida de mim, mas Eu de mim mesmo a doo; tenho poder para doá-la e poder para reavê-la. E este mandato Eu recebi de meu Pai.

“19 Tornou, então, a ocorrer divisões entre os adversários por causa dessas palavras de Jesus.

“20 E muitos deles comentavam: Ele tem demônio, Ele está fora de si; por que dais atenção a Ele?

“21 E diziam outros: Não, estas palavras não são de alguém que tenha demônio. Pode, porventura, um espírito do mal abrir os olhos aos cegos?”.

 

O próprio João transcreve, no quinto versículo do capítulo 15, esta afirmativa do Cristo: “(...) Sem mimnada podereis fazer”.

Quer dizer, sem essa porta que se abre para o aprisco das ovelhas, que é a Iluminação Divina dos ensinamentos do Educador Celeste, haverá o trabalho de ladrões e salteadores. E eles não vêm para doar de si, mas para tirar; não vêm para salvar, contudo para explorar; não vêm para instruir, desejam manter-nos na sombra; não vêm para educar, buscam incivilizar; não vêm para espiritualizar, pois espreitam a fim de massacrar na ignorância, na perseguição, no desrespeito à sagrada criatura humana. O que ensinariam se nada sabem? E, se arvoram conhecer, quando pensam elucidar, fazem-no mal.

Entretanto, Jesus, o Pastor Zeloso, cuida das ovelhas com a Sua própria vida e as educa com o Conhecimento além do conhecimento para toda a Eternidade.

 

 José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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