21 Setembro 2018
Quinta, 20 Setembro 2018 03:38

Paiva Netto

 

Permaneceremos seguros onde e sempre que estivermos com Deus. O Pai Celestial é o Divino Sentimento de Caridade, que alimenta e nutre a nossa existência. Em seu “Discurso no Colégio Anchieta” (1903), grafou Rui Barbosa:

 

— Deus é a necessidade das necessidades, Deus é a chave inevitável do Universo, Deus é a incógnita dos grandes problemas insolúveis, Deus é a harmonia entre as desarmonias da criação.

 

Paz duradoura

É essencial destacar as propostas e as ações de real entendimento fraterno entre os povos. Diferente rota para as nações será a do remédio amargo. Por isso mesmo, não percamos a Esperança diante do sofrimento. Perseveremos trabalhando “por um Brasil melhor e por uma humanidade mais feliz”, consoante propôs o saudoso Alziro Zarur. Eis a direção da vitória. E não se trata de argumento simplório, mas, sim, do acertado roteiro da Paz duradoura. Foi o exemplo que nos ofereceu Jesus, Bússola de nossa mais legítima esperança, como afirmo em minha obra Jesus, o Libertador Divino (2007).

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Quarta, 19 Setembro 2018 03:36

 

 

Paiva Netto

 

“Vós sois a luz do mundo”(Evangelho, consoante Mateus, 5:14), disse o Cristo àqueles que se integraram no que Ele veio trazer, “da parte do Pai”, à Terra.

 

“Mas Jesus não foi crucificado?”, alguém pode argumentar. Não obstante, respondemos nós, o Senhor Excelso deixou o Seu recado, a Sua mensagem, e, acima de tudo, venceu a morte. Assim, cumpriu a própria determinação expressa em “A Missão dos Setenta Discípulos de Jesus”, constante de Sua Boa Nova, segundo Lucas, 10:10 e 11: “Quando, porém, entrardes numa cidade e não vos receberem, saí pelas ruas e clamai: Até o pó da vossa cidade, que se nos pegou aos pés, sacudimos contra vós outros. Não obstante, sabei que está próximo o Reino de Deus”.

 

Entenderam? Mesmo não tendo sido aceita a Sua palavra pela “cidade”, de forma alguma o Divino Educador ficou sem proclamar o que viera fazer por Vontade do Pai Celestial. Ele persistiu até o fim (e além do fim): “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Evangelho de Jesus, consoante Mateus, 24:13).

 

O Bom Pastor, pois, demonstrou o exemplo a ser seguido pelos Seus discípulos, custe o que custar. Não cessou de difundir que o Reino de Deus está dentro de nós: “Interrogado sobre quando viria o Reino de Deus, Jesus revelou: Não vem o Reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o Reino de Deus está dentro de vós(Evangelho de Jesus, segundo Lucas, 17:20 e 21).

 

E quando usamos a expressão além do fim, é porque bradamos incessantemente: Os mortos não morrem! Escreveu Paulo Apóstolo, na Primeira Epístola aos Coríntios, 15:26: “O último inimigo a ser vencido é a morte”.

 

E Jesus a venceu, para que nós, em seguida, pudéssemos fazer o mesmo. Alziro Zarur dizia: “Não há morte em nenhum ponto do Universo”.

 

Mil e duzentos anos depois do Apóstolo dos Gentios, São Francisco de Assis desvendou o mistério em sua prece notável: “Porque é morrendo que nascemos para a Vida Eterna”.

 

As andorinhas sempre voltam

 

Entretanto, que ninguém se suicide, pensando que, com esse ato funesto, se livrará da dor que o aflige, ou a aflige, pois acordará no Outro Mundo mais vivo, ou mais viva, do que nunca e com todos os seus problemas amplificados. Fugir do sofrimento é cair repetidas vezes nas mãos dele; portanto, sob o cruel flagelo do “lobo invisível”, o espírito obsessor, que tem de ser vencido, mas não maltratado, e, assim, redimido pelas ovelhas do Cristo. É bom que nos recordemos constantemente do dito popular imortalizado pelo querido poeta, intérprete e compositor paulista, de Valinhos, Adoniran Barbosa (1910-1982), em sua Saudosa Maloca, gravada por ele, em 1951, e, em outro vinil, pela cantora paulistana Marlene (1922-2014): “Deus dá o frio conforme o cobertor”.

 

E dá mesmo. É só a gente ser perspicaz e saber, com inteligência, usar o cobertor no “inverno”, até que o “verão” volte. Costumo lembrar-lhes um acertado aforismo de Éliphas Lévi (1810-1875), que conforta os lutadores pelo Bem, os quais firmemente prosseguem, a despeito das piores condições a serem superadas, porque o Sol há de brilhar: “Felizes daqueles que não desanimam nunca e que, nos invernos da vida, esperam as andorinhas em sua volta”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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ServiçoA Missão dos Setenta e o “lobo invisível” (Paiva Netto), 384 páginas. À venda nas principais livrarias ou pelo site www.clubeculturadepaz.com.br

 

Terça, 18 Setembro 2018 03:35

Paiva Netto

 

O princípio da Fraternidade Ecumênica existe em cada um de nós. Ensinou Paulo Apóstolo, na Segunda Epístola aos Coríntios, 6:16, o que aprendeu com Jesus: “Vós sois o Templo do Deus vivo”.

 

Ninguém deve ferir a própria mente alimentando obstáculos doentios, porquanto colheremos a glória de todo o nosso empenho no Bem, recebendo o galardão prometido por Jesus aos perseverantes na Fé.

 

Alguém pode perguntar: “E as lutas?!”

 

Enfrentemo-las! Virar sedentário moral é muito pior do que fisicamente — o que já é uma desgraça —, pois provoca tanta coisa ruim ao grande corpo coletivo chamado sociedade mundial. Qualquer um neste planeta, por menor que se considere, é peça vital do extenso organismo humanidade. Lembro-me do que constantemente afirmava o saudoso fundador da LBV, Alziro Zarur (1914-1979): “Um pequeno nervinho de um dente cariado abala, com sua dor, todo o organismo humano”.

 

Você quer continuar elegante, minha jovem? Mova-se! Vá socorrer os que sofrem, com a força do seu coração bem formado! Rapaz, deseja guardar a fortaleza dos músculos? Exercite-se no serviço da Caridade, porque tudo que fizer de mal é sobre a sua cabeça que cairá o resultado das suas ações! Isso também serve para vocês, vovôs e vovós.

 

Quanto ao fato de sobrepujarmos quaisquer dificuldades que surjam no caminho, tenhamos em mente este ensinamento do Cristo: “Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis aos montes: Saiam daqui, lancem-se ao mar, e assim acontecerá. Nada vos será impossível” (Evangelho de Jesus, segundo Mateus, 17:20).

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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